Publicado por: .joana. | Julho 5, 2009

olá, voltei

a caminho de Pavia

[fotografia .j.]

É bom
ao abrires a janela
saberes
que o horizonte está ali
à tua frente
à tua espera.

* Nicolae Diaconu,
in O mar, entre glaciações
Poetas em Mateus, tradução colectiva Maio de 1996

Publicado por: ricfortune | Junho 29, 2009

são joão



explicar o S. joão a um estrangeiro tem o seu quê de cómico:

- Well, we go to the streets to eat, drink and hit people on the head with toy hammers.
- Hit people with hammers?!
- Little plastic hammers that make a squeaky noise when they hit something. And we eat and dance and we walk around. It’s very fun.

p.s.: aquilo que assinalo no início do vídeo são balões de S. João. Este ano estava num terraço e pela primeira vez vi como o céu fica mesmo bonito cheio de dezenas de balões. Infelizmente o vídeo não faz jus ao cenário.

Publicado por: ricfortune | Junho 19, 2009

hei – parte II

metade deste blogue faz anos hoje… parabéns, .j.!

Publicado por: ricfortune | Junho 17, 2009

come wander with me

esta música é de um dos meus episódios favoritos da Twilight Zone – e talvez uma das melhores coisas algum dia feitas para televisão.

Publicado por: .joana. | Junho 10, 2009

hei – parte I

metade deste blogue faz anos hoje… parabéns, ric fortune!

Publicado por: ricfortune | Maio 30, 2009

de tudo o que é


apresentação do livro “De tudo o que é” de Pedro Brandão Sintra, a 19 de Maio de 2009 no Púcaros

Publicado por: .joana. | Maio 26, 2009

o desnorte

«Somos portugueses antes de sermos homens – eis a doença da hiperidentidade que nos corrói. A nossa falta de confiança, a inércia, a autocomplacência, o queixume e a inveja são pragas nacionais que nos envenenam. Todas decorrem naturalmente do tipo de subjectividade produzida pela doença da identidade. Esta fecha-nos em nós mesmos, impedindo-nos de criar um “fora”, ar e ventos livres, respiração para viver.»

* José Gil, Em Busca da Identidade – O Desnorte
Relógio d’Água Editores, Abril de 2009

Li este livro hoje, de repente. Explica muita coisa.

Publicado por: ricfortune | Maio 9, 2009

Synecdoche, New York…

e Choke

Publicado por: ricfortune | Maio 5, 2009

O Lápis Mágico

Uma vez até escrevi uma carta ao Vasco Granja. Achei que devia – afinal até me tinha aventurado pelo cinema de animação e ele era o rosto visível das coisas que me tinham influenciado.
Nos programas dele, quase sem dar por isso, ficávamos a conhecer escolas, correntes, tendências e autores, tudo disfarçado de programa infantil. E um dia escrevi-lhe um obrigado. Meio xaroposo se bem me lembro mas era isso: obrigado.

E quis tanto, tanto ter um lápis como aquele.

Publicado por: ricfortune | Maio 4, 2009

(inacabado)


Headless Heroes ::: Blues run the game

Mensagens Antigas »

Categorias