
[fotografia .j.]
É bom
ao abrires a janela
saberes
que o horizonte está ali
à tua frente
à tua espera.
* Nicolae Diaconu,
in O mar, entre glaciações
Poetas em Mateus, tradução colectiva Maio de 1996

[fotografia .j.]
É bom
ao abrires a janela
saberes
que o horizonte está ali
à tua frente
à tua espera.
* Nicolae Diaconu,
in O mar, entre glaciações
Poetas em Mateus, tradução colectiva Maio de 1996
Publicado em caderno | Tags:desabafo, férias..., poesia, recordar é viver
explicar o S. joão a um estrangeiro tem o seu quê de cómico:
- Well, we go to the streets to eat, drink and hit people on the head with toy hammers.
- Hit people with hammers?!
- Little plastic hammers that make a squeaky noise when they hit something. And we eat and dance and we walk around. It’s very fun.
p.s.: aquilo que assinalo no início do vídeo são balões de S. João. Este ano estava num terraço e pela primeira vez vi como o céu fica mesmo bonito cheio de dezenas de balões. Infelizmente o vídeo não faz jus ao cenário.
metade deste blogue faz anos hoje… parabéns, .j.!
Publicado em diário
esta música é de um dos meus episódios favoritos da Twilight Zone – e talvez uma das melhores coisas algum dia feitas para televisão.
Publicado em diário, fonógrafo, música no coração, quinetoscópio
metade deste blogue faz anos hoje… parabéns, ric fortune!
Publicado em colecção de cinema
apresentação do livro “De tudo o que é” de Pedro Brandão Sintra, a 19 de Maio de 2009 no Púcaros
Publicado em Livros, quinetoscópio | Tags:livro, púcaros, pedro brandão sintra, poesia
«Somos portugueses antes de sermos homens – eis a doença da hiperidentidade que nos corrói. A nossa falta de confiança, a inércia, a autocomplacência, o queixume e a inveja são pragas nacionais que nos envenenam. Todas decorrem naturalmente do tipo de subjectividade produzida pela doença da identidade. Esta fecha-nos em nós mesmos, impedindo-nos de criar um “fora”, ar e ventos livres, respiração para viver.»
* José Gil, Em Busca da Identidade – O Desnorte
Relógio d’Água Editores, Abril de 2009
Li este livro hoje, de repente. Explica muita coisa.
Publicado em caderno
e Choke
Publicado em cinema
Uma vez até escrevi uma carta ao Vasco Granja. Achei que devia – afinal até me tinha aventurado pelo cinema de animação e ele era o rosto visível das coisas que me tinham influenciado.
Nos programas dele, quase sem dar por isso, ficávamos a conhecer escolas, correntes, tendências e autores, tudo disfarçado de programa infantil. E um dia escrevi-lhe um obrigado. Meio xaroposo se bem me lembro mas era isso: obrigado.
E quis tanto, tanto ter um lápis como aquele.
Publicado em cinema, partilhar, quinetoscópio

Headless Heroes ::: Blues run the game