Mar da manhã
Que eu me detenha aqui. E que também eu veja um pouco a natureza.
De um mar da manhã e de um céu sem nuvens
roxas cores brilhantes e margem amarela; tudo
belo e grande iluminado.
Que eu me detenha aqui. E que me engane para ver isto
(vi de verdade isto por um instante quando primeiro me detive);
e não aqui também os meus devaneios,
as minhas recordações, os modelos da volúpia.
* Konstandinos Kavafis,
traduzido por Joaquim Manuel Magalhães e Nikos Pratsinis,
p. 117, “Os Poemas”, Relógio d’Água.
Este é o meu mote para este blogue. Qual é o teu?

Joana,
Onde andam os vestidos?
Beijos
Por: Agnès em Dezembro 5, 2007
às 10:23 pm
Os vestidos estão a caminho do blogue
Por: .j. em Dezembro 6, 2007
às 12:27 pm