música: Zoot Woman “It’s Automatic”
Publicado por: ricfortune | Maio 21, 2008
automatic
Publicado em fonógrafo, quinetoscópio, ric | Tags: sol, sombras, stop-motion, timelapse
música: Zoot Woman “It’s Automatic”
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Muito bom Fortunato. Como aquilo a que já habituas-te!!! Imagino que tenha sido um trabalho de muita paciência, não? Mas já se sabe que consegues fazer quase tudo aquilo a que te propões. Eheh. Parabéns! Continua…
Por: José Carlos Marques em Maio 21, 2008
às 6:51 pm
Vamos aprender a conjugar o verbo “habituar”.
“habituar”, verbo da primeira conjugação.
Formação no pretérito perfeito do indicativo:
Eu habituei
Tu habituaste
Ele habituou
Nós habituámos
Vós habituastes
Eles habituaram
Agora, a conjugação pronominal no presente do indicativo:
Eu habituo-me
Tu habituas-te
Ele habitua-se
Nós habituamo-nos
Vós habituai-vos
Eles habituam-se
Ora, não só falta o pronome à frase:
“Como aquilo a que já habituas-te!!!”
como o verbo está mal conjugado. Correctamente seria:
“Como aquilo a que já nos habituaste!!!”
Porém, ainda tem pontos de exclamação em excesso.
Por: anonimo em Maio 22, 2008
às 6:19 pm
PORRA!!!!!! Tanta coisa para me dizeres que o raio da frase está mal construída!?!?!?!?!? Podias ter dito só: “está mal construída”. Não é “assim”, é “assim”. Eu acreditava em ti!!!
De qualquer maneira, e apesar de acreditar que o que interessava aqui era passar a mensagem, não acho que a frase esteja tão mal construída quanto isso.
Como aquilo a que já habituas-te!!! Não a nós, não a mim, nem a ti. Simplesmente como ao que já habituas-te.
(Já sei, já sei! PORRA não se escreve com letras maiúsculas! E também não sei muito bem usar as aspas. LOL)
Por: José Carlos Marques em Maio 22, 2008
às 9:54 pm
Assim estragas-me Zé
e na verdade nem dá tanto trabalho, porque é colocar câmara e esperar que o sol passe.
Anónimo: tem razão na correcção, mas não era preciso tanto. E o Zé sempre foi uma pessoa que fala sobretudo através das imagens – aliás convido-o a visitar o site clicando ali no nome dele, onde poderá ver muitos e bons trabalhos fotográficos.
Por: ricfortune em Maio 23, 2008
às 9:09 am
pois, como dizia o outro, “não havia nexexidade” caro anónimo…
(parte II do comentário: ric, essa luz mete medo pá. sobretudo naquelas escadas que eu conheço tão bem…)
Por: joana em Maio 23, 2008
às 4:38 pm
Estragar é o quê? Fazer com que trabalhes mais!?!?!? Olha, mostrei os teus vídeos a um amigo meu hoje. E somos da opinião que deves começar a fazer disto para venda! Eheh. Tens que começar a pensar na possibilidade de ganhar alguns trocos com o teu talento. Se é que já não o fazes. Fica bem!
Por: José Carlos Marques em Maio 23, 2008
às 5:11 pm
o caro devia sentir um certo embaraço por ser corrigido por alguém que não tem formação na área das letras, humanidades, artes e quejandos derivativos ou derivados.
E devia agradecer a breve, embora não muito precisa, digressão pela gramática da língua, essa coisa prodigiosa à qual todo o “artista” retorna, mais tarde ou mais cedo, como uma cadela que retorna à esquina na qual pariu os seus vários filhos.
Senão, está tudo estragado, porque sempre pensei que o “artista”, apesar de artista, teria de dominar alguma linguagem mais ou menos “rigorosa”. Não dominando a matemática, domine a língua, se faz favor.
Bem sei que ninguém está livre de erros, mas esse erro de gramática é grave. Tanto mais grave, quando a leitura fonética da frase ajuda a perceber, sem grande dúvida, que a frase está uma vergonha.
E depois, volta e meia, apelidam os homens dos computadores (informáticos) de falarem e escreverem mal, quando a propagação do erro é uma constante neste espaço global perene à falta de rigor e à ausência de perfeccionismo.
O perfeccionismo é uma disciplina que deveria aprender. Mais vale ser servente de pedreiro e falar um português razoável, do que ser presidente da república e não ter arcaboiço intelectual.
Já agora, o seu site é uma “lentidão”. Não sei aonde estará alojado, mas desmotiva qualquer utilizador a visitá-lo. É uma crítica construtiva, entenda-se.
Não, não sou informático.
Por: anonimo em Maio 23, 2008
às 6:11 pm
já agora, peço desculpa pelo alto-snobismo patente no comentário anterior.
Mas continuo a achar que tenho alguma razão naquilo que disse.
E algum gozo infantil em bater no “ceguinho”.
Mas sinto-me culpado, não pareço boa pessoa, nem pessoa provavelmente chego a parecer. E agora ainda menos.
Azar
Por: anonimo em Maio 23, 2008
às 6:22 pm
Este Anónimo (que insiste em sê-lo) descobriu num erro ortográfico a sua cruzada da semana. Não sei se me devo rir, ou ter pena do rapaz. Enfim… Olha, só assim em jeito de resposta rápida de quem tem mais coisas para fazer… lê Saramago. E depois diz-me se todos aqueles que “devem” dominar a semântica têm que seguir cegamente as regras ortográficas de que falas.
Reparem que durou mais de 10 minutos entre o escrever da primeira e da segunda mensagem!!! Deve ter sido um trabalho árduo, estar a ler aquilo que escreves-te!!! LOL (sim, LOL. Não é português, inglês ou chinês, mas eu gosto da expressão).
Por: José Carlos Marques em Maio 23, 2008
às 11:22 pm
Saramago está para quem escreve mal como o Hitler está para quem quer argumentar contra medidas de índole mais ofensiva. (Terei sido agora igual aos dois?)
Caro, o tempo entre comentários foi o tempo exacto que demorou o mau-estar a acumular-se por ter batido no ceguinho com tanta força.
Se o anónimo passar a ter nome, é bom anónimo?
Acha que devo metê-lo a um canto revelando a minha identidade?
Não o desejo. Prefiro que alimente as suas fantasiosas considerações sobre a minha pessoa. Óbvio que não quero ser misturado com a ralé.
Costumo visitar este blog por vários motivos. Um deles é o de aproveitar para exibir um pouco da minha superioridade. A cruzada serve um único fim, provar, dia a após dia, aqui ali e acolá, mais nuns sítios, menos noutros, mas pugnando sempre pela constância, a superioridade que tenho.
E leia-se, sou tão egocêntrico, que nem preciso de ser a minha pessoa com nome a fazer demonstrações de superioridade. Pode ser esta outra, pessoa sem nome, mas fodida e chata que se fode. (Ena, disse asneiras)
É um vício. Isto aqui é mais do tipo “irrelevante”, mas mesmo assim tem a sua piada de fantoches, em especial, quando as realmente importantes clamações de superioridade estão com prazes fixos (algo longos para um viciado) para se concretizarem.
Por: anonimo em Maio 23, 2008
às 11:43 pm